MORTA SIM, FEIA NUNCA

A partir das perguntas como matar um artista, como matar o público e como matar a obra, realizo uma ação no tráfego das cidades de Porto Alegre e Berlin, fazendo uma analogia  urbana das diferenças e conexões das duas cidades e do trabalhador de arte em ação em relação ao sistema, a autoria e a participação.